quinta-feira, 30 de junho de 2011

Umbanda é Caridade

Desculpem alguma coisa , não somos donos da verdade , pois ninguém sabe de tudo...




Umbanda é uma religião formada dentro da cultura religiosa brasileira que sincretiza vários elementos, inclusive de outras religiões como o catolicismo, o espiritismo e asreligiões afro-brasileiras. A palavra umbanda deriva de m'banda, que em quimbundo significa "sacerdote" ou "curandeiro".[1]
Os conceitos aqui relatados podem diferir em alguns tópicos por se tratar de uma visão generalista e enciclopédica. Por se tratar de um conjunto religioso com várias ramificações, as informações aqui expostas buscam informar aos leitores da forma mais abrangente possível e sem discriminação ou preconceitos, pois todas as "umbandas" têm suas razões de existir e de serem cultuadas.










O Que é a Umbanda
Não é uma ramificação do catolicismo, muito menos do candomblé.
A   influência Africana desempenhou papel relevante na formação da Umbanda, da qual se constituiu um dos principais alicerces, dando-lhe, como contribuição primordial, Os Orixás. Em sua prática, a Umbanda aproxima-se mais da origem nativa. Na estrutura, porém prevaleceu a influência Africana (nomes, rituais e costumes) 
A Umbanda é uma doutrina espiritualista como o Espiritismo, o Catolicismo, o Protestantismo, o Judaísmo, o Exoterismo, etc..., o que não impede de haver entre elas diferenças essenciais que lhes dão características próprias.
Tem a Umbanda seus Sacerdotes, com seus graus iniciáticos, como Tatás (com mais de 30 anos), Babalorixás (homens) e Yalorixás (mulheres), podendo realizar Batizados, Casamentos e outras cerimônias dentro de seus cultos.
Se religião é todo culto que contém seu cortejo de Divindades, ou melhor, chamado de Teologia (relação entre os deuses e os homens), o seu cerimonial ou Liturgia (fórmulas consagradas de orações) e seus praticantes ou sua classificação hierárquica, Umbanda é Religião. Podendo ser enquadrada em outro sentido, como pr exemplo:Crença Mista, pelo fato de que a Umbanda nada mais é do que uma mistura de várias religiões, tendo fundamento básico na Crença dos Espíritos.
Surgimento da Umbanda
Esta religião brasileira, surgiu em 15 de novembro de 1908 com o médium Zélio Fernandino de Moraes que tinha 17 anos de idade. O Patrono foi o Caboclo das Sete Encruzilhadas.
Ordenado pelo astral superior, feita pela manifestação de espirítos que se apresentavam como Caboclos (índios nativos de nossa terra) e os Pretos Velhos (velhos africanos que haviam servidos como escravo) que não encontravam campo de ação nos remanescentes Cultos Negros, já deturpados, confusos e desordenados e dirigidos quase que exclusivamente para trabalhos do mal.
A Lei principal da Umbanda é resumida numa só palavra CARIDADE: no sentido do amor fraterno em benefício dos seus irmãos encarnados, qualquer que fosse a cor, raça, o credo e a condição social, não podendo haver ambiciosos, vaiodos, mistificadores, pois estes, mais cedo ou mais tarde, são afastados da Umbanda pelos espíritos de luz.
As normas da Umbanda são:
Sessões - assim se chamariam os períodos de trabalhos espirituais;
Vestes - os participantes estariam uniformizados de branco;
Sacrifícios - o sacrifício de aves e animais é totalmente alheio a Umbanda;
Fundamento Básico - é a crença ou culto aos espíritos evoluídos;
Atendimento - gratuito.




MÉDIUNS

Os "verdadeiros" médiuns de incorporação, semi-inconscientes e os conscientes são classificados como "indutivos". Raramente, teremos os que ficam inconscientes.
Sobre os Conscientes “Indutivos”:
Pois em meu terreiro vários são os médiuns de incorporação conscientes, e não por "indutividade". Como eu sei disso ? Pois eu sou um, e vou lhes dar apenas 1 prova disso:
Quando eu desincorporo, eu sinto as mesmas coisas que um "verdadeiro médium de incorporação" sente: tonturas, desequilíbrio, entre outros, ai sim, NÃO controlado por mim.
Se a idéia de "indutividade" fosse verdadeira, eu não sentiria nada, e ele sairia simplesmente, pois não teria influencia maior sobre mim.
A grande importância do Médium Consciente, é o controle de suas ações, ou seja, nas suas comparações seria um motorista que deixa outro dirigir o seu carro. Mas no banco do caroneiro, tem os 3 pedais que nem um carro de auto-escola. Pronto para frear determinadas ações.Ser um médium consciente é muito importante, para não deixar que espíritos mal intencionados façam o que quiser, e sim com nosso controle. No entanto, como o compromisso é ver os adeptos da religião mais esclarecidos e livres de determinados mitos que tanto prejudicam os iniciantes no culto, resta tão somente esclarecer um ponto problemático sobre este tema. Sabemos que na Umbanda fala-se muito em mediunidade de incorporação semiconsciente e inconsciente, que merecem verdadeiras discussões doutrinárias a respeito. Não vou me ater a explicar o processo de acoplamento de um espírito aos chakras e centros nervosos do médium. Será tema para o futuro.As incorporações em que os espíritos deixam completamente inconsciente o médium, com tomada integral de todas as faculdades bio-psicomotoras, é fenômeno raríssimo nas religiões mediúnicas. Em tempos imemoriais, foi a forma encontrada pelos espíritos para cumprirem suas missões no plano físico sem que o mediun pudesse interferir em suas tarefas, pois muitas pessoas não acreditavam na ação dos espíritos sobre o corpo humano e, por isto, se tivessem alguma porcentagem de consciência, acabariam por intervir, voluntária ou involuntariamente, no trabalho dos amigos espirituais. Com o passar do tempo, e através de um maior estudo e conseqüente entendimento do que ocorria, a inconsciência dos médiuns foi pouco a pouco sendo elevada à semiconsciência, fenômeno pelo qual os espíritos agem conjuntamente com a psiquê do médium, que, mesmo manifestados, sabem de quase tudo o que se passa a seu redor, inclusive que estão sob o domínio parcial de uma força externa. Este tipo de incorporação (semiconsciente ) predomina quase que inteiramente nos segmentos espiritualistas, porque é a que melhor se adéqua às necessidades atuais. Através da semiconsciência há uma interação entre o medianeiro e o espírito atuante, que são doutrinador e doutrinado ao mesmo tempo. Além disto, esta espécie de incorporação faz com que o médium seja co-responsável pela mensagem transmitida por um Caboclo, Preto-Velho, Exu etc. O fato é que, na mediunidade de incorporação semiconsciente, que, diga-se de passagem, também tem seus graus de variação, o espírito ao desprender-se do médium com o qual trabalha, deixa neste quase que a totalidade das informações recebidas ou transmitidas durante uma sessão. Caso haja alguma necessidade, o espírito, atuando no sistema nervoso central e também no cérebro, pode fazer com que o médium deixe de lembrar de alguma coisa, mas isto é exceção. A regra é o médium lembrar-se de quase tudo que foi dito pelo espírito trabalhador. Neste sentido, muito importante é o respeito e a obediência que os médiuns devem ter para com o segredo de sacerdócio, tópico que analisaremos oportunamente.



COM O ESPÍRITO ENCORPORADO

Na umbanda o espírito tem que incorporar no ponto de chamada, com o tipo da linha (caboclo, preto-velho ou criança), cumprir todas as ordens da hierarquia do terreiro, riscar o seu ponto individual, beber, fumar e dar seu nome, correndo o risco de, se não cumprir tudo, ser chamada a sua atenção. Claro que tudo será feito com cautela e tempo de treinamento. Para chegar a isso, o médium passa uma dificuldade de saber o que fazer dentro do terreiro. Ele está incorporado com a entidade, sentindo toda sua energia, mas ainda falta muito para dar o passo certo como cavalo bem domado, chegando mesmo em alguns momentos achar que o espírito se afastou, fato explicado pelo impulso mental do médium. Nessa parte quero chamar a atenção de um fato de grande importância. Dificilmente um médium é sonâmbulo (ou inconsciente, como alguns dizem), sendo o mais comum o médium consciente, aquele que sabe o que está acontecendo, mas não tem o controle das palavras e dos gestos. É o que chamamos de terceira energia. Vejam como funciona: existe uma fusão do espirito do médium com o espírito comunicante, criando-se uma terceira energia. Exemplo: O café e o leite, separados, são puros. Misturados criam uma terceira bebida, podendo ser mais preto ou mais branco, conforme a quantidade das bebidas. Mas sempre, a união de ambos, terá uma terceira qualidade. É impossível a comunicação pura do espírito. O importante é a presença do espírito, com maior ou menor intensidade. Voltando ao médium perdido no terreiro, o seu impulso inicial é procurar alguém para lhe dar um passe ou tocar em sua testa. Muitos dirigentes não gostam desse procedimento e inibem o espírito de fazer isso. Com o decorrer do tempo esse médium ganha um charuto, cachimbo ou cigarro de palha, conforme a entidade, e é quando ele começa a se acalmar, até procurar um lugar para sentar. Daí para riscar o ponto é bem mais rápido.
Obs.: Para conhecimento dos médiuns em desenvolvimento, alguns erros que atrapalham bastante a evolução da mediunidade:
- não procurar, sob nenhuma hipótese, tentar adivinhar o nome do espírito;
- não querer riscar o ponto sem antes estar bem assentado com a entidade;
- não tentar dar avisos e recomendações a ninguém;
- não ter ciúmes do espírito e não pensar que ele é seu, porque espírito não tem dono.

1 - É comum o médium incorporado procurar um amigo seu para lhe dar um passe ou falar com ele, e isso não invalida a incorporação e não quer dizer que foi o médium que procurou e não o espírito, principalmente porque a entidade sabendo das dificuldades de seu cavalo tenta de todas as formas facilitar a incorporação.

2 - É fundamental ao médium confiar no dirigente do terreiro.
Incorporem, pois estaremos lhes cuidando.
Errem por mais, pois fica fácil de arrumar se estiverem errados. Se errarem por menos, fica mais difícil distinguir e corrigir




Existem manifestações dos espíritos em médiuns latentes tão impressionantes que se a família tiver preconceito com o espiritismo, acaba levando-os aos médicos e até a internação em hospitais psiquiátricos.
Vamos iniciar com os médiuns novos, ávidos da espiritualidade. Vou usar como exemplo o médium comum, aquele que não tem nada lhe incomodando ou prejudicando que o faça procurar cura no espiritismo. É o médium que gostou e se empolgou com a religião e algo lhe puxa para dentro da corrente, alguma coisa dentro do seu coração que lhe induz a acreditar nos espíritos. O médium entra tímido, sente-se deslocado e algumas vezes até envergonhado, achando que todas as pessoas do terreiro a estão observando. Começa assim até ficar mais solto e à vontade, quando sente a vibração do terreiro e das linhas espirituais que estão trabalhando. Como sente arrepios, tonturas e até mesmo um certo descontrole, incorpora e sai andando ou gira no terreiro sem saber o que fazer. Aqui quero explicar às pessoas que o Pai de Santo/Zelador estará observando e cuidando para que o médium não caia, não se machuque e muito menos se exceda na incorporação. É o que chamamos incorporação na vibração, ou seja, o espírito está ao seu lado, mas ainda não incorporou como devia. Chama-se o médium de umbanda de “cavalo”, acho que para podemos explicar bem como as coisas acontecem. Um cavalo ainda não domado é separado para a doma. O domador, antes de monta-lo, com bastante paciência, ensina-o a usar o cabresto, o freio e com muita cautela põe sobre seu lombo a sela, para que ele sinta um leve peso, já o acostumando para finalmente ser montado. É o que acontece com o médium que incorpora na vibração. Vale dizer que o treinamento do cavalo é longo, levando, às vezes, meses para que o domador possa monta-lo. Com os médiuns é a mesma coisa: demora, por isso tenham paciência, mas de repente, em qualquer momento, o espírito incorpora em sua totalidade, e da mesma forma que o cavalo vai sentir um peso mais forte, o médium vai sentir a presença do seu com certeza maravilhoso orixá, e faz com que o médium passe a outra fase de seu desenvolvimento.



Médium é aquele que tem a sensibilidade de sentir e intermediar o mundo espiritual. Existem vários tipos de mediunidade, como o de incorporação, de intuição, vidência ocular e intuitiva, psicógrafo, de efeitos físicos e mais uma porção de divisões. Como temos por objetivo a Umbanda, vamos estudar mais aqueles que são usadas tradicionalmente, que são os de incorporação e intuição. Por não sentir nenhuma vibração muita gente acha que não tem mediunidade. Acontece que muitas vezes a mediunidade ainda não foi mexida e ela fica adormecida até que uma energia qualquer, somada com a vontade e dedicação do médium, despertem essa sensibilidade. Existem pequenos sinais que são típicos de quem é médium. O primeiro deles é o medo. A pessoa tem medo porque acredita no mundo dos fantasmas, o mundo paralelo. Se ela crê nisso, é porque pressente a existência deles, não deixando de ser um sinal de fé. Aquele que não tem nenhuma sensibilidade, nada sente e nada percebe, é o que não tem medo. Arrepios, palpites e adivinhações, telepatia e outros dons semelhantes, são sem dúvida outra indicação da mediunidade. A fé e a vontade de conhecer o sobrenatural é um típico indicio da mediunidade. Conheci vários médiuns que faziam parte da corrente e não sentiam a mínima vibração, e após alguns anos tornaram-se excelentes médiuns de incorporação e consulta. O interessante que o médium necessita de uma religião, seja ela qual for. Tem pessoas que por comodismo dizem que acreditam em Deus e isso lhes basta. No fundo são médiuns, pessoas medrosas, que não têm a coragem de negar a existência do Criador, não por cultura religiosa, mas por inequívoca demonstração de recusarem um vinculo com as obrigações de um compromisso religioso. Os que mais sentem a manifestação dos espíritos junto de si, são os que, mais uma vez pelo medo, correm em busca das religiões para negarem a incômoda presença de um espírito junto de si.





OS GUIAS QUE NOS PRORTEGEM







Oxalá: o senhor da força, o senhor do poder da vida.
Oxum: as águas doces;
Iemanjá: a rainha dos peixes das águas salgadas;
Iansã: os ventos, chuvas fortes, os relâmpagos;
Xangô: a força do trovão e o fogo provocado pelos relâmpagos quando (diz uma lenda que "sem Iansã, Xangô não faz fogo ... ") chegam 'a Terra;
 
Ogum ou Ogun: senhor dos caminhos; os desbravador dos caminhos; senhor do ferro; 
Oxossí: o Orixá Odé, o Orixá caçador, senhor da fartura 'a mesa, senhor da caça;
Ossãe: o Orixá das folhas e, sem folhas, nada é possível na Umbada ou no Candomblé; o dono, preservador, das matas e florestas, das folhas medicinais, das ervas de culto;
Obá: a guerreiro, a força da libertade;
Nanã: senhora do lodo, das águas lodosas da junção entre o rio e o mar, fonte de vida, e também senhora da morte;
Obaluayê: "O dono da Terra, o Senhor da Terra"; o Orixá das doenças, senhor dos mortos (pois conta uma lenda que Obaluayê foi o único Orixá que dominou a morte, Iku); é aquele que tira a doença, mas também aquele que dá a doença.


Oxumaré: é o Orixá do arco-íris, um dos pontos de ligação entre o Aye (a Terra) e o Orun (o Céu); também representa a fartura, o bem estar.    
Exu: o mensageiro, o ponto de contato entre os Orixás e os seres humanos;       











Orixá
Sincretizado Como:
Comemoração
Santo Antônio
13 de Junho
Iansã
Santa Barbara
4 de Dezembro
Iemanjá
Nossa Senhora da Glória
15 de Agosto
Nanã
Nossa Senhora de Sant'Anna
26 de Julho
Oba
Joana d'Arc
30 de Maio
Obaluayê
São Roque
16 de Agosto
São Jorge
23 de Abril
Oxalá
Jesus Cristo
25 de Dezembro
Omulu
São Lázaro
17 de Dezembro
Oxossi
São Sebastião
20 de Janeiro
Oxum
Nossa Senhora da Conceição
8 de deDezembro
Oxumaré
São Bartolomeu
24 de Agosto
Xangô
São Jerônimo
30 de Setembro
       







LinhaOrixás componentes à linhaFalangeiros ou falange subordinada
Linha de OxaláTodos os OrixásGuias Flangeiros de Oxalá, guias mais comuns: Pretos-Velhos, Caboclos e Crianças.
Linha de Iemanjá ou Yemanjá
Oxum
, Nanã, Obá e Oxumaré
Marinheiros, Sereias, Ondinas, Caboclos de Iemanjá, Falangeiros do Orixá Iemanjá, Guias Falangeiros de Iemanjá.
Linha de XangôIansãFalangeiros do Orixá Xangô, Guias Falangeiros do Orixá Xang,Caboclos de Xangô, falange do Oriente.
Guias mais comuns: Caboclos e Baianos.
Linha de OgumFalangeiros do Orixá Ogum, Guias Falangeiros do Orixá Ogum, Falangeiros em geral.
Linha de OxossiFalangeiros do Orixá Oxossi, Guias Falangeiros do Orixá Oxossi, Falangeiros em geral, guias mais comuns: Caboclos, Baoiadeiros e Baianos.
Linha de Almas ou Pretos-Velhos
(Linha Africana ou dos Ancestrais - Babalorixás, Yalorixás, Sacerdotes diversos)
Interagem com a Linha do Orixá Omulu.Pretos-velhos.
Linha de OmuluObaluayêPretos-velhos e Caboclos, curadores e mandingueiros,
Exus e Pombogiras.



FONTES:http://www.caboclajurema.com.br/umbanda.htm
                 http://pt.wikipedia.org/wiki/Umbanda
                 http://www.google.com.br/search?q=imagens+de+orixas&hl=pt-BR&biw=1366&bih=667&prmd=ivns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=8IcOTv69BpLrgQfD5YTVDQ&sqi=2&ved=0CCMQsAQ




                          MEU PONTO DE VISTA




   A UMBANDA , é uma religião aberta , muito aberta por sinal , mas mesmo assim , muito mal compreendida. Muitos veem a religião como alguma coisa ruim , como falam : FAZER SARAVÁ , o que nao tem nada a ver com o que todos pensam , pois SARAVA=SALDAR , e por esse mal compreendimento e falta de conhecimento , os ignorantes sempre com preconceito para cima da religião .
   Eu , pela UMBANDA , foi um digamos amor a primeira vista , onde logo comecei a estudar e aprender sobre a religião , e ainda estou aprendendo , e tenho muito para aprender ainda .
   Em um Terreiro de UMBANDA somos todos Irmãos de Santo , exceto o Pai ou Mãe de Santo, que é a autoridade maior em um terreiro.



http://umbandaracionalizada.blogspot.com/2010/04/dedicacao-do-medium-de-umbanda.html


http://umbandadeaaz.blogspot.com/2010/08/comandos-e-representacoes-das-linhas-de.html




        

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